Gozei muito na frente do maridão

Este é um relato verídico acontecido há pouco tempo. Conhecemos o Fábio há uns 10 anos e ao longo deste tempo tivemos algumas passagens muito interessantes e bem picantes, vamos relatar algumas dessas aventuras deliciosas.

Já estávamos há um bom tempo sem sairmos com outra pessoa, decidimos então marcar um encontro com o Fábio. Fui ao consultório dele (ele é dentista), sob pretexto de fazer uma revisão, aguardei alguns minutos na recepção e logo ele me chamou, assim que entrei no consultório ele fechou a porta e foi logo me amassando e encostando seu cacete em minha bundinha – modéstia a parte uma bunda e um par de pernas que chama a atenção dos homens, e da mulherada também. Sentindo a pressão do cacete já endurecendo tratei logo de me esfregar mais e coloquei as mãos do Fábio em meus peitinhos, em seguida virei-me de frente e passei a tatear o cacete alisando e sentindo aquele volume enorme por cima da calça, não me contentando abri o zíper e botei pra fora, fiz leves massagens e me agachei para colocar a vara toda de uma só vez na minha boquinha gulosa – estava Leia o resto deste conto »

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Fui castigado na praia

Olá pessoal! Gostaria de relatar como foi a minha segunda relação com outro homem. Quem quiser saber como foi a primeira, é só dar uma lida no conto “Pagando caro pela carona”.

Como havia descrito naquele conto, tenho 18 anos, mas aparento ter menos. Sou branco, olhos castanhos claros, 1,74m, 61 kg, cabelos loiros, lisos e longos, estilo surfistinha… Eu tenho traços bem finos, delicados, e, talvez por isso, várias pessoas já me confundiram com uma menina.

Recentemente, estive até pensando em cortar os meus cabelos, pois venho passando por alguns constrangimentos em razão das minhas feições de menina. Sou alvo de várias brincadeiras, cantadas e “passadinhas de mão” dos meninos do meu bairro e até mesmo de homens mais velhos. Em todas as ocasiões, porém, sempre disfarcei bem, reprimindo todo tipo de brincadeira. A verdade é que, no final das contas, acabo gostando de tudo isso. Adoro me trancar em meu quarto e me masturbar relembrando as cantadas e fantasiando essas situações.

Depois da primeira experiência que eu tive, a minha vida nunca mais foi a mesma. Eu continuava mantendo as aparências em meu bairro, mas os meus desejos de ter uma nova relação aumentavam muito a cada dia. Leia o resto deste conto »

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Happy hour com a recepcionista

Esta aconteceu recentemente, no começo de 2010, por conta da quantidade incrível de chuva que caiu sobre a cidade de São Paulo em janeiro. Era uma sexta-feira, e o pessoal do escritório havia combinado de tomar uma cerveja após uma semana especialmente difícil, devido ao início do ano.

O clima entre a equipe era de ansiedade, já que nosso chefe parecia haver esquecido o bom-humor em 2.009, e estava exigindo de todos quase a perfeição no trabalho, nos mínimos detalhes. Assim, ao longo da semana fomos combinando o encontro para relaxar, e na sexta-feira todos não falavam de outra coisa. As meninas vieram vestidas bem no estilo verão, com vestidos leves, blusas de alcinhas e tecidos fininhos e em cores claras.

Naquela abençoada sexta-feira do Happy-Hour, São Paulo foi atingida (novamente) por uma chuva monumental ao final da tarde. Isso acabou criando uma oportunidade interessante, já que muitas das meninas presentes dependeriam de condução para irem embora. Em um determinado ponto, muito antes do combinado, as pessoas começaram a ir embora, preocupadas com o trânsito e querendo otimizar caronas. Assim, fomos ficando, os “perdidos na noite” como alguém comentou. Leia o resto deste conto »

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Talita: Um conto além da imaginação!

TALITA HAVIA SAÍDO DA ESCOLA DE DANÇA NAQUELA NOITE QUENTE… DESPEDIRA DE TODOS OS AMIGOS, POIS TERIA UM ENCONTRO COM FAMILIARES DO OUTRO LADO DA CIDADE. CAMINHOU POR ALGUNS INSTANTES ATÉ O ESTACIONAMENTO DO OUTRO LADO DA RUA, MAS ESTRANHAMENTE NÃO SENTIA-SE SOZINHA, PARECIA QUE ALGUÉM OBSERVAVA-LHE NAQUELA NOITE. PAROU POR ALGUNS INSTANTES, OLHOU AO SEU REDOR, E NÃO HAVIA NINGUÉM, ERAM QUASE ONZE HORAS DA NOITE, APENAS ALGUNS TRANSEUNTES APRESSADOS, CAMINHAVAM EM DIREÇÃO AO PONTO DE ÔNIBUS, SENTIU UM LEVE ARREPIO PERCORRER SEU CORPO… IMAGINOU SER A BRISA FRIA, EM CONTATO COM SEU CORPO QUENTE. AO PASSAR EM FRENTE A UM BARZINHO, OUVIU UM GRACEJO, DE UM RAPAZ QUE DEU ALGUNS PASSOS EM SUA DIREÇÃO, COMO SE QUISESSE ALCANÇÁ-LA, MAS TALITA APRESSOU OS PASSOS, SEMPRE OUVIRA COISAS ASSIM, E NÃO IMPORTAVA, APENAS FICAVA INTIMIDADA COM A INSISTÊNCIA DE ALGUÉM QUE TENTASSE APROXIMAR-SE MAIS. ENTROU NO ESTACIONAMENTO, PROCURANDO PELA CHAVE DO VEÍCULO NA BOLSA, E HAVIA ANDADO ALGUNS METROS QUANDO DE REPENTE SOBRESSALTOU-SE DIANTE DA FIGURA DE UM HOMEM, QUE SORRINDO PERGUNTOU:

ESTÁ SOZINHA, MINHA JOVEM? Leia o resto deste conto »

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Evelyn: presente de Natal

ESTAVA NO SAGUÃO DO AEROPORTO, “QUANTA LOUCURA!”, PENSAVA ELA, ENQUANTO AGUARDAVA PARA EMBARCAR NAQUELA VIAGEM… NÃO CONSEGUIA CONTER O SORRISO NO ROSTO, ESTAVA RADIANTE, TALVEZ PELA PRIMEIRA VEZ, ESTIVESSE MESMO, PRINCIPALMENTE POR QUE GOSTAVA DE PLANEJAR CADA DETALHE DE SUA VIDA, NÃO FAZIA NADA SEM UM PLANEJAMENTO PRÉVIO, MAS TUDO ERA DIFERENTE AGORA, OU PELO MENOS PARECIA-LHE BEM DIFERENTE DE TUDO QUE PODERIA IMAGINAR, AO DECIDIR ALGO DE ÚLTIMA HORA, E AQUELA VIAGEM FORA DECIDIDA ASSIM, AJEITOU OS LONGOS CABELOS CACHEADOS DIANTE DO VIDRO ESCURO, COLOCOU OS ÓCULOS ESCUROS, E APANHOU A BOLSA E A NECESSÁRIE, TUDO QUE PRECISAVA AGORA ERA O CARTÃO DE EMBARQUE, E CONTROLAR A ANSIEDADE QUE CONSUMIA-LHE O PENSAMENTO… SUA MENTE FERVILHAVA, SEU CORAÇÃO DISPARAVA, IMAGINANDO A REAÇÃO DELE, QUANDO SOUBESSE QUE ESTAVA PRÓXIMA. SORRIU MALICIOSAMENTE, ENQUANTO O ATENDENTE, INSISTIA EM OBSERVAR SEU DECOTE, E FICOU DESCONCERTADO AO PERCEBER QUE ELA HAVIA NOTADO SEU OLHAR DE COBIÇA ATÉ A SALA DE EMBARQUE, CAMINHOU LENTAMENTE, DESFILAVA SINUOSAMENTE SUA BELA FORMA, OS TRAÇOS MESTIÇOS, DISTRIBUÍDOS EM UM METRO E Leia o resto deste conto »

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“Ainda virgem depois de 20 anos de casada”

Flávia é arquiteta com a idade de 40 anos.Pele branca, cabelos castanho escuro tendo um lindo corpo com 1,72 de altura pesando 64 kg. Já são 3 anos consecutivos de academia que a faz ter estas medidas de dar inveja em muitas mulheres na casa dos 20.Aos trinta e oito anos colocou silicone nos seios deixando-os fantásticos.Mulher moderna independente casada mãe de 2 filhos.

Sempre que faz reformas em sua casa é ela que toma frente.Contrata os pedreiros e os coordena na execução da obra.Seu marido fucionário público da mesma idade dela porém mais baixo q ela com 1,70 pesando 76kg.Enquanto Flávia é uma mulher que sabe o que quer, decidida e dinâmica seu marido é daqueles sem iniciativa calmo e indeciso.

Flávia resolveu fazer uma reforma no fundo de sua casa mechendo na varanda e na area de serviço.Não seria muita coisa, trabalho de apenas uns 10 dias …um pedreiro seria suficiente.Assim pedreiro contratado inicia-se a obra. Leia o resto deste conto »

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Janine: Fazendo hora extra

NUA…

DESNUDA…

COMPLETAMENTE INSINUANTE…

ELA BAILAVA…

CORTEJADA PELO OLHAR INDECENTE DELE.

SUSPIRAVA…

SENTINDO A EXCITAÇÃO DELE…

DAQUELE CORPO…

QUE DESEJAVA-LHE…

ALMEJAVA APROFUNDAR-SE DENTRO DELA.

MURMURAVA ELE,

TOCANDO-LHE A PELE NUA…

BEIJANDO-LHE OS SEIOS…

MORDISCANDO-LHE OS MAMILOS ERIÇADOS…

ARREPIAVA-SE… Leia o resto deste conto »

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Apaixonado pela Cunhada ”Terminado oque começou”

Bom vamos ao que interessa, no Carnaval fui passar na casa de praia deles estava tudo indo bem quando meu co cunhado resolve tomar todas eu fique preocupado por está dirigindo e fala pra ele dar uma manerada, vamos voltar pra casa que já passou da hora do almoço, já são 15:30h e ficamos de sair todo mundo pra acompanhar os blocos no centro e ele nada chegamos em casa já quase 18:15h, quando ela viu ele naquele estado pegou ar, eu tentei defende-lo mas não colou ela disse logo porque você não está bebado como ele eu disse evitei porque estava dirigindo ficamos conversando eu entrei e chamei ele pra tomar um, banho e almoçar e jantar ao mesmo tempo porque so tinha comido tira gosto.

Botamos ele na rede, na area que era bem ventilada apesar que ele nunca tinha dormido a noite lá. Bom mas é ir que começa a festa toda vez que estou lá sempre durmo na area ele começa a roncar me levanto pra ver sé esta tudo bem Já era 02:30h da madrugada então vejo ela vindo na direcção da minha rede chega perto e passa a mão no meu peito e diz como você pode dormir Leia o resto deste conto »

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Diario da Lyly – Um canaval inesquecivel

bem, este é meu segundo conto, se quizerem me conhecer leiam o meu primeiro conto publicado[ Diario da Lyly - Quando me descobri mulher]

Eu ja estava louca pra sair de casa, viajar, passar uns dia longe do olhos da minha mãe, poder me divertir de verdade, até que finalmente chegou o carnaval.

domingo a noite ja esta tudo preparado, ja tinhamos alugado a casa, comprado as passagens, os abadás, e de malas prontas me despedi da minha mãe e do meu imão, e fui rumo a felicidade ja prevista.

era 7 da noite, meu mestre-namorado estaria me esperando na rodoviaria, para irmos pra vigia, seriam 3 horas e meia de viajem, chegamos lá ja quase 11:30, só jogamos a mala em casa, tomamos um banho, trocamos de roupa, colocamos o abada, e saimos para curtir o melhor carnaval do estado, e em minha opnião, o segundo melhor do brasil, só perde pra salvador. Leia o resto deste conto »

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O vulto

O homem olhou para o céu e viu as nuvens negras que rolavam no horizonte. O temporal desabaria sobre a mata dentro de meia hora, considerou.

Havia ainda um espaço de tempo para visitar o túmulo embaixo da velha paineira, pensou enquanto fechava a porta da casa e rumava para lá com passos largos.

A cruz na cabeceira da cova estava um pouco pensa e o vento a derrubaria fácil, então pegou um pau e bateu sobre ela até que ficasse mais firme. Sentou-se ao lado e ficou olhando para a terra e para as flores semi murchas. Como estaria ela, lá embaixo? O único consolo era imaginar que estaria mais tranqüila agora, sem dores, sem lágrimas, sem vontades. Estava melhor que ele, e esse pensamento o acalmou e o consolou, pelo menos por uns poucos momentos. Leia o resto deste conto »

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