Se a minha vizinha Fátima , por si só já era uma benção na minha vida juvenil, me permitindo ter trepadas fantásticas sem nem mesmo precisar sair de casa, imaginem o que dizer do fato dela ter uma prima do interior que virava e mexia vinha passar uma temporada na casa dela.
Carla era uma loira de parar o trânsito.
Não muito alta, mas com um corpo absolutamente fantástico, peitos deliciosamente grandes e permanentemente apontados para frente, assanhados, e uma bunda que me deixava totalmente sem ação quando ele passava.
Desinibida, Carla tinha um jeito desenvolto, estava sempre de alto astral, e me parecia particularmente acessível.
É engraçado como são essas coisas, mas ela era tão gostosa, chamava tanto a atenção, que acabava assustando a maioria dos caras, que achavam que iriam sempre tomar um fora.
Assim, ela vinha para São Paulo esperando se divertir, mas acabava ficando sozinha.
Isso para mim era a chance de conseguir algo com ela.
Felizmente, a mesma tática que funcionava para me aproximar da Fátima, funcionava com ela também: O telefone de casa.
Virava e mexia, ela vinha em casa pedir para usar o telefone.
A questão era a oportunidade (estar sozinho) e partir para a ação.
A chance veio em uma tarde de sábado.
Ela veio usar o telefone e, ao entrar, quase cai para trás.
Ela sempre se vestia de maneira provocante, mas aquele dia estava foda.
Com um macacão listradinho, super agarrado ao seu corpo, parecia que ela estava pelada.
Os peitos estavam quase furando aquele tecido levinho, e a parte da calça estava tão enfiada na sua bunda, que eu duvidava haver uma calcinha ali embaixo.
Ela falou ao telefone por uns 10 minutos, enquanto eu, sentado no chão, toda hora desviava o olhar da TV para ela, já imaginando minimamente as punhetas que bateria pensando naquele monumento.
Mas não hoje, pensei.
Eu precisava fazer algo.
Ela de vez em quando olhava para mim, me pegando no flagra comendo-a com os olhos, e dava uma risadinha.
Estava marcando uma balada para aquela noite.
Quando desligou falou: – “Posso fazer mais uma ligação? É para outra amiga que vai sair comigo hoje.
” – “Claro, sem problemas.
”, quanto mais tempo ela ficar aqui, melhor, pensei.
- “Droga, está ocupado.
Posso esperar um pouquinho?” -“Sem dúvida…
Assim posso ficar mais tempo olhando para você.
”, arrisquei.
Funcionou mais rápido do que eu imaginei…
Decididamente, aquela gata estava mesmo afim de alguma coisa.
-“Hummm, gatinho.
Você está gostando do que está vendo? Achou que minha roupa ficou legal?” -“Você está uma gata, Carla.
Com certeza deve deixar os caras loucos por onde você passa.
” Ela recomeçou a tentar o número que estava ocupado, meio se fazendo de difícil.
-“Que nada…
Acho que o pessoal aqui da cidade não gosta das meninas do interior.
Acredita que ninguém chega em mim, nas baladas?” Claro que aquilo era um exagero, para não dizer uma provável mentira, mas entendi a deixa.
Me aproximei por trás dela, que continuava ao telefone esperando alguém atender.
Quase encostando nela por trás, aproximei minha cabeça da orelha livre dela, e afastando um tufo de cabelos loiros dela, falei ao pé do seu ouvido, quase cochichando: – “Não sei eles, mas EU não deixaria você passar em branco em uma balada.
” – “Hummm, é mesmo? E o que você faria?” – “Eu começaria dançando com você, e então te convidaria para um drinque.
”, falava, ainda no ouvido dela.
- “E que mais?” – “Ah, depois dos drinques, com você mais altinha, eu dançaria bem pertinho de você, bem juntinho.
”, falei, e como que demonstrando, encostei o corpo nas costas dela, sentindo a forma da sua bundinha deliciosa, e me arrepiando ao contato.
É agora, pensei…
Ou vai, ou racha.
Ou ela continua no joguinho, ou me afasta e eu me fodo.
Mas aconteceu outra coisa.
A amiga dela atendeu.
Ela começou a falar com a amiga, falando dos planos para noite, e eu aproveitei que ela não me afastou e fiquei com a boca perto do ouvido dela, falando bobagens.
-“Eu ia dançar bem juntinho de você, e colar meu corpo no seu.
” – falei, agora puxando ela pela cintura e encoxando-a descaradamente…
“Ia começar a passar minhas mãos pela sua cintura, pelas suas pernas…
”, dizia enquanto ia fazendo o quê narrava.
Em seguida beijei sua orelha, e enfim consegui.
Ela se arrepiou toda.
A amiga deve ter perguntado o quê estava acontecendo, porque ela deu um gemido.
Na maior cara de pau, ela começou a descrever para a amiga o quê estava rolando.
- “Cíntia, você acredita que meu vizinho está me bolinando aqui?”, disse, rindo.
- “Estou cobrando o uso do telefone…
”, emendei, enquanto minha mão deslizava pela sua perna.
- “Ele disse que está cobrando pelo telefone…
rsrs.
Nossa, amiga, então eu estou danada, se ele resolver cobrar por todas as ligações passadas…
” Encarei aquele papo como mais do que um sinal verde, como um verdadeiro holofote-verde piscando.
Era mais do que óbvio que ela estava afim de algo mais, fosse pela tal “secura da capital” que ela mencionara, fosse por qualquer outra razão.
Eu estava prestes a descobrir que, na verdade, era por ela ser realmente sacana.
Enquanto ela me descrevia para a amiga como “um vizinho mais novo da prima dela, que era uma gracinha”, eu dava às minhas mãos um verdadeiro banquete…
Alisava suas coxas firmes, pegava nos seu peito…
Ah, e que peito! Carla tinha os seios realmente volumosos, porém completamente firmes, apontados constantemente para frente.
Eu me deliciava neles, e ela continuava narrando a aventura para a amiga: – “Cíntia, ele está pegando no meu seio agora…
Não sei, espera que eu vou ver…
”, e falando isso baixou sua mão para as costas, segurando no meu pau que estava duríssimo a essa altura.
- “Amiga, você tem que ver isso.
Você não vai acreditar no tamanho disso!”, disse, rindo sapeca.
Ato contínuo, virou-se de frente para mim e me beijou de um jeito erótico, safado, bem molhado.
Enfiei minha língua na sua boca, como se ela fosse a última mulher da terra.
Minha mão agora explorava sua bunda perfeita. Leia o resto deste conteúdo »